A clínica construiu a própria plataforma
O InDOR Connect não é um software comprado e adaptado. Ele nasceu da rotina deste consultório, do que faltava entre uma consulta e outra, e da ficha clínica de DTM desenvolvida ao longo de mais de duas décadas de atendimento e ensino.
Ele existe por uma razão só: tornar o acompanhamento da sua dor mais objetivo. Não substitui consulta, não dá diagnóstico e não prescreve nada.
Diário de dor
Menos de um minuto por dia: onde doeu, o quanto, como foi o sono. O que se perde entre uma consulta e outra passa a ficar registrado.
Questionário antes da consulta
O paciente responde pelo celular, no tempo dele. A consulta começa na conversa, e não no preenchimento de ficha.
Exames recebidos antes
Radiografia, tomografia e laudos chegam pelo mesmo link, antes da consulta. O profissional já entra com tudo em mãos.
Prontuário que não se reescreve
Correção vira nova versão, e a anterior fica visível. Diagnóstico tem versão, data e autor — o histórico é auditável.
Leitura assistida
As respostas e os laudos passam por regras explícitas que apontam o que vale investigar, sempre com a origem citada. Nada disso diagnostica: quem conclui é o profissional.
Consulta com as mãos livres
O registro acontece por voz durante o exame, com validação do profissional. A tecnologia serve para ele olhar para você, e não para a tela.
O que a tecnologia não faz
Ela não diagnostica. Não pontua a sua dor. Não substitui o exame clínico, a palpação nem a medição. E nada que ela sugira entra no seu prontuário sem que o profissional valide, com o nome dele registrado ao lado.
Essa fronteira é deliberada e está escrita no próprio sistema, não apenas na intenção de quem o usa.
Não sabe se é o seu caso?
Responda 12 perguntas rápidas sobre o que você sente. No fim, você vê o que vale investigar — sem diagnóstico e sem pontuação, porque isso quem faz é o exame clínico.